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A arte da guerra

O livro “ Arte da Guerra ” pode te ajudar a ser um estrategista, tocar uma empresa, pegar mulher, ganhar uma guerra e até a escrever um texto em um blog bacana, como é o meu caso neste momento.

Sempre gostei deste livro, desde a primeira vez que o vi na estante de uma livraria e tive aquele impulso repentino para comprá-lo. Eu tinha 13 anos e este livro, com sua linguagem simples e clara, logo me cativou.

Estava na sala de aula, em uma tarde de segunda-feira, gostava de sentar no fundo da sala. Para quebrar o gelo com meus futuros colegas do primeiro ano, eu estava com uns cinco pirulitos e perguntava a eles em tom irônico: “Quer um pirulito?” , “Quer meu pirulito?” ; por algum motivo só as garotas aceitaram.

O Rodrigo Jacques foi meu colega neste ano, ele tinha cabelo comprido e era um cara “descolado”. Aquela turma era a maior zueira, tinha um tal de Tiago que gostava de Rock, mas depois mudou de estilo para “Caminhoneiro” e começou a só escutar sertanejo no seu mp3 . Nunca mais vi este Tiago, mas dizem que ele fez uma participação especial em um programa de TV gritando: “É cilada Bino!” hahaha

Depois pedi transferência para outra escola e um dia por acaso quando eu estava conversando com uma garota ela tirou o “Arte da Guerra” da mochila, eu olhei e disse: “Tenho este livro na cabeceira da minha cama”. Ela sorriu e disse que um tal de Rodrigo o tinha emprestado que ele era um fã do livro. Caramba, era o mesmo Rodrigo, caralho!!

Ele se mudou e foi parar justamente na mesma escola.

Nesta escola eu usei o quebra gelo da “Ruffles”, perguntava para as garotas que eu nunca tinha visto: “Quer casar comigo?” “Quer namorar?” “Quer ser minha amiga?” “Quer uma batatinha?” “Ahhh a batatinha você quer né…” Parece idota, eu sei. Mas o fato é que esta era a propaganda na tv mais popular na época e eu sempre conseguia risos e enfim, o quebra gelo funcionava.

A partir do momento que nos encontramos de novo, sempre falávamos de livros, filmes, música, especialmente  Bob Dylan. Mas  o livro principal era “Arte da Guerra”, embora o “Príncipe” de Maquiavel, também tivesse o seu papel de grande importância na nossa juventude.

Umas das frases mais citadas: “Quem apenas se defende tem uma chance de não perder, mas quem ataca tem a chance de vencer.”

            Sun Tsu parecia ser legal, meio chato as vezes, como quando matou a mulher do Rei para mostrar que quem desobedecesse ordem militar ia para a faca, não importa quem fosse. Ele gritava assim: Olha a faca !!

Agora algumas palavras de Rodrigo Jacques:

“O que dizer desse livro que mal conheço e já considero pra caralho”, é o que muitos fazem, porque alguém que é considerado na sociedade como culto, disse que é bom, mas realmente, ele é bom em prática, muitos conceitos que o livro passa são realmente verdade, e funcionam, eu mesmo já testei vários, hahaha, mas esse é um daqueles livros que não podemos ler, e acreditar piamente no que ele diz, não devemos esquecer que somos humanos e sentimos, temos que ler ele como se fosse o nosso “lado negro da força”, e medi-lo na balança com a nossa humanidade, afim de nos tornar alguém digno de algo.”

Agora coloque aquele tapa olho escondido, e faça seu download pelo link  A Arte da Guerra  ou leia aqui mesmo no nosso site 😉

Sobre Josias Cavalcante

Josias Cavalcante
aspirante a sonhador senior. Interests: Economics, BRAZIL, Business, innovation, Twitter, Technology and Geek things...